O mar de Aral, que fica na Ásia entre as fronteiras do Turcomenistão, Uzbequistão e Cazaquistão, já foi considerado o quarto maior lago do mundo. Hoje em dia, não resta quase mais nada dele. A seca do mar de Aral é possivelmente um dos maiores desastres ambientais do planeta. A partir da década de 1960, os soviéticos começaram a retirar a água deste lago para usar em culturas irrigadas das Estepes Asiáticas. Em 2007, o lago estava apenas com 10% do seu volume total. O desaparecimento progressivo do mar de Aral é responsável pelos invernos cada vez mais rigorosos e verões extremamente quentes, por falta do balanço térmico controlado pela água.O mar de Aral, que fica na Ásia entre as fronteiras do Turcomenistão, Uzbequistão e Cazaquistão, já foi considerado o quarto maior lago do mundo. Hoje em dia, não resta quase mais nada dele. A seca do mar de Aral é possivelmente um dos maiores desastres ambientais do planeta. A partir da década de 1960, os soviéticos começaram a retirar a água deste lago para usar em culturas irrigadas das Estepes Asiáticas. Em 2007, o lago estava apenas com 10% do seu volume total. O desaparecimento progressivo do mar de Aral é responsável pelos invernos cada vez mais rigorosos e verões extremamente quentes, por falta do balanço térmico controlado pela água.
Fonte: G1
quarta-feira, 25 de setembro de 2013
terça-feira, 3 de setembro de 2013
Plano de unir Mar Morto e Mar Vermelho gera polêmica ambiental
Um plano de ligar o Mar Vermelho com o Mar Morto pode salvar este último da evaporação total e levar água dessalinizada a bairros com pouco abastecimento em Israel, Jordânia e Palestina.
Mas ambientalistas alertam que o projeto “Vermelho-Morto” pode ter consequências terríveis, alterando a química particular do lago de água salgada que fica no ponto mais baixo da Terra.
O primeiro ministro da Jordânia, Abdullah Nsur, disse nesta segunda (26) que seu governo havia decidido seguir em frente com o projeto de US$ 980 milhões de dólares, que daria à Jordânia 100 milhões de metros cúbicos de água por ano.
“O governo aprovou o projeto depois de anos de estudos técnicos, políticos, econômicos e geológicos”, disse Nsur em conferência para a imprensa. De acordo com o plano, a Jordânia vai retirar água do Golfo de Aqaba, no norte do Mar Vermelho, para um local onde será construída uma usina de dessalinização, que será usada para tratar a água.
“A água dessalinizada vai para o sul para (a cidade jordaniana de) Aqaba, enquanto a água salgada será bombeada para o Mar Morto”, disse Nsur. O Mar Morto, que tem a água mais salgada do mundo, está em vias de secar até o ano de 2050.
Ele começou a encolher na década de 1960, quando Israel, Jordânia e Síria começaram a desviar água do Rio Jordão, seu principal afluente. O nível do Mar Morto tem diminuído, em média, um metro por ano. De acordo com a informação mais recente, o nível está em 427,13 metros abaixo do nível do mar, 27 metros mais baixo do que em 1977.
O plano prevê que a maior parte da água dessalinizada vá para a Jordânia, com quantidades menores sendo transferidas para Israel e para a Autoridade Palestina.
Mas grupos ambientais têm pedido para que os três parceiros desistam do projeto para proteger o meio ambiente. A principal preocupação, segundo eles, é que um grande aporte de água do Mar Vermelho possa mudar radicalmente o ecossistema frágil do Mar Morto.
O ministério israelense de proteção ambiental diz que estudos feitos até agora deixam uma “grande incerteza” e pede que o plano seja aplicado em uma escala menor para testar se o projeto dará certo.
Para palestinos, o projeto em conjunto implica questões políticas, como Israel permitir que eles desenvolvam parte da costa que fica em uma área ocupada por Israel. “Nós gostaríamos de fazer parte desse projeto cooperativo”, disse Shaddad Al-Attili, chefe da Autoridade Palestina de Águas. “Gostaríamos de ser tratados com igualdade em relação a Jordânia e a Israel, gostaríamos de nos beneficiar com os resultados”.
“Mas antes de tudo isso, gostaríamos de ter acesso ao Mar Morto, não apenas para conseguir água e nadar no mar, mas também para construir hotéis e desenvolver atividades turísticas”, completou Al-Attili.
A riqueza mineral do Mar Morto é considerada terapêutica e visitantes adoram flutuar na água densa, que não deixa que a pessoa afunde. Israelenses gerenciam um grande número de hotéis e praias na região.
Fonte: G1
Mas ambientalistas alertam que o projeto “Vermelho-Morto” pode ter consequências terríveis, alterando a química particular do lago de água salgada que fica no ponto mais baixo da Terra.
O primeiro ministro da Jordânia, Abdullah Nsur, disse nesta segunda (26) que seu governo havia decidido seguir em frente com o projeto de US$ 980 milhões de dólares, que daria à Jordânia 100 milhões de metros cúbicos de água por ano.
“O governo aprovou o projeto depois de anos de estudos técnicos, políticos, econômicos e geológicos”, disse Nsur em conferência para a imprensa. De acordo com o plano, a Jordânia vai retirar água do Golfo de Aqaba, no norte do Mar Vermelho, para um local onde será construída uma usina de dessalinização, que será usada para tratar a água.
“A água dessalinizada vai para o sul para (a cidade jordaniana de) Aqaba, enquanto a água salgada será bombeada para o Mar Morto”, disse Nsur. O Mar Morto, que tem a água mais salgada do mundo, está em vias de secar até o ano de 2050.
Ele começou a encolher na década de 1960, quando Israel, Jordânia e Síria começaram a desviar água do Rio Jordão, seu principal afluente. O nível do Mar Morto tem diminuído, em média, um metro por ano. De acordo com a informação mais recente, o nível está em 427,13 metros abaixo do nível do mar, 27 metros mais baixo do que em 1977.
O plano prevê que a maior parte da água dessalinizada vá para a Jordânia, com quantidades menores sendo transferidas para Israel e para a Autoridade Palestina.
Mas grupos ambientais têm pedido para que os três parceiros desistam do projeto para proteger o meio ambiente. A principal preocupação, segundo eles, é que um grande aporte de água do Mar Vermelho possa mudar radicalmente o ecossistema frágil do Mar Morto.
O ministério israelense de proteção ambiental diz que estudos feitos até agora deixam uma “grande incerteza” e pede que o plano seja aplicado em uma escala menor para testar se o projeto dará certo.
Para palestinos, o projeto em conjunto implica questões políticas, como Israel permitir que eles desenvolvam parte da costa que fica em uma área ocupada por Israel. “Nós gostaríamos de fazer parte desse projeto cooperativo”, disse Shaddad Al-Attili, chefe da Autoridade Palestina de Águas. “Gostaríamos de ser tratados com igualdade em relação a Jordânia e a Israel, gostaríamos de nos beneficiar com os resultados”.
“Mas antes de tudo isso, gostaríamos de ter acesso ao Mar Morto, não apenas para conseguir água e nadar no mar, mas também para construir hotéis e desenvolver atividades turísticas”, completou Al-Attili.
A riqueza mineral do Mar Morto é considerada terapêutica e visitantes adoram flutuar na água densa, que não deixa que a pessoa afunde. Israelenses gerenciam um grande número de hotéis e praias na região.
Fonte: G1
sexta-feira, 30 de agosto de 2013
Chuva ácida deixa rios dos EUA mais 'salgados' e perigosos à saúde
Dois terços dos rios na costa leste dos Estados Unidos registram níveis crescentes de alcalinidade, com o que suas águas se tornam cada vez mais perigosas para a rega de plantios e a vida marinha, informaram cientistas.
A razão da mudança é o legado da chuva ácida, que corrói rochas e pavimento, que são ricos em minerais alcalinos, disseram os cientistas na revista Environmental Science and Technology.
O estudo, chefiado por Sujay Kaushal, geólogo da Universidade de Maryland, no Leste dos EUA, examinou 97 rios do Estado de New Hampshire, no Nordeste, à Flórida, no Sudeste, entre os últimos 25 a 60 anos, e encontrou “tendências significativas no aumento da alcalinidade em 62 dos 97 locais”.
Estes rios são importantes porque abastecem com água potável grandes cidades como Washington, Filadélfia, Baltimore, Atlanta e outras metrópoles importantes.
Os cientistas disseram que este maior conteúdo alcalino pode complicar o tratamento das águas residuais e da água potável e levar a uma rápida corrosão da tubulação metálica.
A água com altos níveis de alcalinidade pode ser mais salgada e conter mais minerais. Também pode levar à toxicidade do amoníaco, capaz de causar danos a cultivos de rega, assim como afetar peixes e outras espécies de água doce.
A alcalinidade aumenta mais rápido em locais onde há pedra calcária ou rochas carbonadas debaixo dos corpos d’água, em regiões altas e onde a queda ou a drenagem das chuvas ácidas sejam elevadas, afirmaram os cientistas.
A dissolução de partículas alcalinas que terminam nas vias fluviais se atribui a um processo conhecido como meteorização química, no qual o ácido corrói a pedra calcária, outras rochas carbonatadas e até mesmo calçadas.
“Em alguns arroios que são cabeceira de corpos d’água, isto pode ser uma coisa boa. Mas também estamos vendo crescentes compostos antiácidos rio abaixo. E estes locais não são ácidos e as algas e os peixes podem ser sensíveis às mudanças de alcalinidade”, disse Kaushal.
Apesar de a chuva ácida estar em queda nos Estados Unidos, devido em grande parte a restrições ambientais mais duras estabelecidas na década de 1990, seu legado persiste.
“Este é outro exemplo da ampla repercussão do impacto humano nos sistemas naturais (que) é, penso eu, cada vez mais preocupante”, disse o coautor do estudo e ecologista Gene Likens, da Universidade de Connecticut e do Instituto Cary de Estudos dos Ecossistemas. “Os legisladores e o povo pensam que a chuva ácida sumiu, mas não é assim”, acrescentou.
Os pesquisadores disseram ser difícil prever por quanto tempo persistirá esta tendência à alcalinização dos rios.
Fonte: UOL
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| Imagem retirada de http://www.infoescola.com/quimica/chuva-acida/ |
A razão da mudança é o legado da chuva ácida, que corrói rochas e pavimento, que são ricos em minerais alcalinos, disseram os cientistas na revista Environmental Science and Technology.
O estudo, chefiado por Sujay Kaushal, geólogo da Universidade de Maryland, no Leste dos EUA, examinou 97 rios do Estado de New Hampshire, no Nordeste, à Flórida, no Sudeste, entre os últimos 25 a 60 anos, e encontrou “tendências significativas no aumento da alcalinidade em 62 dos 97 locais”.
Estes rios são importantes porque abastecem com água potável grandes cidades como Washington, Filadélfia, Baltimore, Atlanta e outras metrópoles importantes.
Os cientistas disseram que este maior conteúdo alcalino pode complicar o tratamento das águas residuais e da água potável e levar a uma rápida corrosão da tubulação metálica.
A água com altos níveis de alcalinidade pode ser mais salgada e conter mais minerais. Também pode levar à toxicidade do amoníaco, capaz de causar danos a cultivos de rega, assim como afetar peixes e outras espécies de água doce.
A alcalinidade aumenta mais rápido em locais onde há pedra calcária ou rochas carbonadas debaixo dos corpos d’água, em regiões altas e onde a queda ou a drenagem das chuvas ácidas sejam elevadas, afirmaram os cientistas.
A dissolução de partículas alcalinas que terminam nas vias fluviais se atribui a um processo conhecido como meteorização química, no qual o ácido corrói a pedra calcária, outras rochas carbonatadas e até mesmo calçadas.
“Em alguns arroios que são cabeceira de corpos d’água, isto pode ser uma coisa boa. Mas também estamos vendo crescentes compostos antiácidos rio abaixo. E estes locais não são ácidos e as algas e os peixes podem ser sensíveis às mudanças de alcalinidade”, disse Kaushal.
Apesar de a chuva ácida estar em queda nos Estados Unidos, devido em grande parte a restrições ambientais mais duras estabelecidas na década de 1990, seu legado persiste.
“Este é outro exemplo da ampla repercussão do impacto humano nos sistemas naturais (que) é, penso eu, cada vez mais preocupante”, disse o coautor do estudo e ecologista Gene Likens, da Universidade de Connecticut e do Instituto Cary de Estudos dos Ecossistemas. “Os legisladores e o povo pensam que a chuva ácida sumiu, mas não é assim”, acrescentou.
Os pesquisadores disseram ser difícil prever por quanto tempo persistirá esta tendência à alcalinização dos rios.
Fonte: UOL
Cientistas afirmam que influência humana no clima é inquestionável
A responsabilidade humana no aquecimento global não pode ser questionada, segundo o rascunho do último relatório do Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas da ONU (IPCC, na sigla em inglês), que vazou para a imprensa esta terça-feira (20).
‘É muito provável que a influência humana no clima seja responsável por mais da metade do aumento da temperatura da superfície terrestre entre 1951 e 2010′, destaca o IPCC no documento ao qual o jornal The New York Times teve acesso.
‘Há um alto grau de confiabilidade para dizer que isto (a influência humana) provocou o aquecimento das águas oceânicas, o derretimento da neve e o gelo, e a cheia dos oceanos’, destacou o IPCC, para o qual o nível das águas poderia aumentar 90 centímetros em 2100.
‘Os cientistas estão cada vez mais convencidos, como demonstra a evidência científica cada vez mais forte, de que somos os principais responsáveis, não só pelo aquecimento global, mas também por muitas consequências que já estamos vendo, como inundações maiores, incêndios florestais mais devastadores, derretimentos recorde dos gelos e ondas de calor mais frequentes e intensas’, disse à AFP o climatologista americano Michael Mann.
A linguagem adotada pelos especialistas do IPCC é mais forte do que o empregado no informe oficial da ONU, publicado em 2007.
O porta-voz do IPCC, Jonathan Lynn, afirmou em um comunicado que ‘o projeto de relatório provavelmente será modificado para levar em conta os comentários recebidos dos diferentes países nas últimas semanas’.
Ele acrescentou que, ‘antes de sua aprovação’, o relatório ’será discutido por representantes governamentais e científicos durante uma reunião de quatro dias no final de setembro’. ‘É prematuro tirar conclusões do projeto de relatório’, destacou.
Michael Mann, diretor do Centro de Ciências da Terra da Universidade da Pensilvânia, norte dos Estados Unidos, expressou a preocupação de que a versão final seja mais branda.
‘Os cientistas que participam na elaboração do relatório do IPCC poderiam temer ser muito brutais sobre o futuro impacto do aquecimento global, desatando ataques de céticos das mudanças climáticas’, acrescentou.
‘Acredito que estas pressões, junto com a resistência natural dos cientistas em chegar a conclusões taxativas demais, o relatório final do IPCC poderia minimizar o fator humano das mudanças climáticas’, advertiu o climatologista.
Mas Christopher Field, cientista do Instituto Carnegie para a Ciência, que participou da elaboração dos relatórios anteriores do IPCC, o painel considera todos os pontos de vista científicos plausíveis.
‘Acho que o IPCC tem a tradição de ser muito conservador porque tem a ambição de ser exato’, disse ao The New York Times.
Fonte: G1
‘É muito provável que a influência humana no clima seja responsável por mais da metade do aumento da temperatura da superfície terrestre entre 1951 e 2010′, destaca o IPCC no documento ao qual o jornal The New York Times teve acesso.
‘Há um alto grau de confiabilidade para dizer que isto (a influência humana) provocou o aquecimento das águas oceânicas, o derretimento da neve e o gelo, e a cheia dos oceanos’, destacou o IPCC, para o qual o nível das águas poderia aumentar 90 centímetros em 2100.
‘Os cientistas estão cada vez mais convencidos, como demonstra a evidência científica cada vez mais forte, de que somos os principais responsáveis, não só pelo aquecimento global, mas também por muitas consequências que já estamos vendo, como inundações maiores, incêndios florestais mais devastadores, derretimentos recorde dos gelos e ondas de calor mais frequentes e intensas’, disse à AFP o climatologista americano Michael Mann.
A linguagem adotada pelos especialistas do IPCC é mais forte do que o empregado no informe oficial da ONU, publicado em 2007.
O porta-voz do IPCC, Jonathan Lynn, afirmou em um comunicado que ‘o projeto de relatório provavelmente será modificado para levar em conta os comentários recebidos dos diferentes países nas últimas semanas’.
Ele acrescentou que, ‘antes de sua aprovação’, o relatório ’será discutido por representantes governamentais e científicos durante uma reunião de quatro dias no final de setembro’. ‘É prematuro tirar conclusões do projeto de relatório’, destacou.
Michael Mann, diretor do Centro de Ciências da Terra da Universidade da Pensilvânia, norte dos Estados Unidos, expressou a preocupação de que a versão final seja mais branda.
‘Os cientistas que participam na elaboração do relatório do IPCC poderiam temer ser muito brutais sobre o futuro impacto do aquecimento global, desatando ataques de céticos das mudanças climáticas’, acrescentou.
‘Acredito que estas pressões, junto com a resistência natural dos cientistas em chegar a conclusões taxativas demais, o relatório final do IPCC poderia minimizar o fator humano das mudanças climáticas’, advertiu o climatologista.
Mas Christopher Field, cientista do Instituto Carnegie para a Ciência, que participou da elaboração dos relatórios anteriores do IPCC, o painel considera todos os pontos de vista científicos plausíveis.
‘Acho que o IPCC tem a tradição de ser muito conservador porque tem a ambição de ser exato’, disse ao The New York Times.
Fonte: G1
segunda-feira, 26 de agosto de 2013
terça-feira, 20 de agosto de 2013
Vantagens da cobra
Apesar de ser um animal que gera tanto medo, no Brasil as cobras mais contribuem para salvar vidas do que matam. Isso se deve as propriedades farmacológicas descobertas no veneno delas, nos anos 60.
Um exemplo disso é a cola para fins cirúrgicos, obtida através de proteínas do veneno da jararaca, e o Captopril, um anti-hipertensivo amplamente utilizado.
Por estes e outros motivos, é de extrema importância preservar e conhecer melhor esses animais, assim como aprender a respeitá-los.
Um exemplo disso é a cola para fins cirúrgicos, obtida através de proteínas do veneno da jararaca, e o Captopril, um anti-hipertensivo amplamente utilizado.
Por estes e outros motivos, é de extrema importância preservar e conhecer melhor esses animais, assim como aprender a respeitá-los.
quinta-feira, 15 de agosto de 2013
Formigas pote-de-mel
Formigas-pote-de-mel são operárias especialmente criadas para fornecer reserva de açúcar para a população de um ninho. São encontradas em lugares desérticos no qual determinadas épocas do ano fica difícil encontrar alimento.
Olha que lindas *-*
Olha que lindas *-*
quinta-feira, 8 de agosto de 2013
Tartaruga deformada: consequência do descarte incorreto de lixos
A tartaruga Peanut foi encontrada em 1993 na Louisiana, Estados Unidos. Ela foi resgatada e hoje vive em um zoológico. Quando filhote, Peanut ficou presa em uma embalagem de latas e seu corpo acabou deformado conforme crescia. Os biólogos acreditam que isto não vai afetar sua expectativa de vida e ela viverá por muitos anos. Porém, não pode estar mais livre em ambiente natural.Peanut é símbolo para a conscientização da sociedade e tornou-se o mascote na batalha contra a poluição das águas.
Costa Rica fecha zoológicos para 'proteger meio ambiente'
O governo da Costa Rica aprovou o projeto para acabar com seus zoológicos públicos. Eles serão transformados em jardins botânicos, sem jaulas, e também em centro de pesquisas sobre a fauna e flora do país. O projeto pioneiro no mundo faz parte dos esforços para proteger a biodiversidade costa-riquenha, o país que concentra uma das maiores diversidades de espécies do mundo!
Apesar de responder por apenas 0,03% do território da superfície da terra, o país reúne, segundo cientistas, 4% de toda a biodiversidade do planeta.
Fim das jaulas
A Costa Rica tem dois zoológicos estatais: o Parque Zoológico Simón Bolívar, em pleno centro da capital, e o Centro de Conservação, no subúrbio de Santa Ana, na província da capital San José.
Conhecido simplesmente como Simón Bolívar, o zoológico do centro de San José foi durante décadas um destino de lazer para gerações de costarriquenhos e turistas.
No entanto, a partir de 2014, os dois zoológicos deixarão de existir como são conhecidos. O Simón Bolívar será transformado em um jardim botânico e o Centro de Conservação, em um parque natural urbano.
Como parte da reforma, as jaulas serão eliminadas e os 400 animais serão transferidos para centros de resgate e zoológicos privados do país.
O novo jardim botânico terá um centro natural de exposição de orquídeas que atrairá aves locais. Além disso, os novos parques também funcionarão como centros de pesquisa científica.
Polêmica
"Esta decisão nos deixa preocupadíssimos", disse Yolanda Matamoros, diretora do Parque Zoológico Simón Bolívar, à BBC.
Matamoros, que é zoóloga e atua há 22 anos como diretora do zoológico, diz acreditar que há uma grande incerteza sobre o futuro dos animais do parque.
"Nós nunca fomos à floresta caçar esses animais. Todos os animais que temos em nosso zoológico foram resgatados ou doados."
"O problema é que se os transferirmos aos centros de resgate, não sabemos se receberão cuidado adequado. Além disso, se os libertarmos, morrerão invariavelmente de fome pois não sabem caçar. São animais acostumados a viver em cativeiro", afirma.
Matamoros diz não compreender por que o Ministério do Meio Ambiente da Costa Rica (MINAE) tomou a decisão sem consultar os especialistas do parque. Até o momento, segundo ela disse, não recebeu uma notificação oficial de fechamento do zoológico.
Além disso, ela levanta suspeitas sobre a decisão de fechar o zoológico no momento em que aumenta o valor imobiliário do terreno onde ele se localiza, que fica no centro da capital.
Matamoros prevê ainda uma luta na Justiça sobre a permanência do zoológico já que a administração atual do parque está nas mãos de uma organização sem fins lucrativos, cujo contrato ainda está vigente.
Atualmente os dois zoológicos estatais da Costa Rica têm apenas duas espécies estrangeiras: um leão e alguns pavões-reais. O restante, 400 ao todo, são animais locais, entre os quais onças, macacos, tucanos, guaxinins, veados e antas.
As autoridades calculam que a cada ano os dois zoológicos estatais recebem, em média, cerca de 150 mil visitantes.
Guevara, vice-ministra do Meio Ambiente, rebateu as acusações de Matamoros e assegurou que a transferência dos animais seguirá protocolos internacionais.
Além disso, ela disse que o contrato de administração do zoológico, concedido nos últimos 20 anos a uma organização sem fins lucrativos, não será renovado.
Fonte: Uol Notícias: Costa Rica fecha zoológicos para 'proteger meio ambiente'
Fim das jaulas
A Costa Rica tem dois zoológicos estatais: o Parque Zoológico Simón Bolívar, em pleno centro da capital, e o Centro de Conservação, no subúrbio de Santa Ana, na província da capital San José.
Conhecido simplesmente como Simón Bolívar, o zoológico do centro de San José foi durante décadas um destino de lazer para gerações de costarriquenhos e turistas.
No entanto, a partir de 2014, os dois zoológicos deixarão de existir como são conhecidos. O Simón Bolívar será transformado em um jardim botânico e o Centro de Conservação, em um parque natural urbano.
Como parte da reforma, as jaulas serão eliminadas e os 400 animais serão transferidos para centros de resgate e zoológicos privados do país.
O novo jardim botânico terá um centro natural de exposição de orquídeas que atrairá aves locais. Além disso, os novos parques também funcionarão como centros de pesquisa científica.
Polêmica
"Esta decisão nos deixa preocupadíssimos", disse Yolanda Matamoros, diretora do Parque Zoológico Simón Bolívar, à BBC.
Matamoros, que é zoóloga e atua há 22 anos como diretora do zoológico, diz acreditar que há uma grande incerteza sobre o futuro dos animais do parque.
"Nós nunca fomos à floresta caçar esses animais. Todos os animais que temos em nosso zoológico foram resgatados ou doados."
"O problema é que se os transferirmos aos centros de resgate, não sabemos se receberão cuidado adequado. Além disso, se os libertarmos, morrerão invariavelmente de fome pois não sabem caçar. São animais acostumados a viver em cativeiro", afirma.
Matamoros diz não compreender por que o Ministério do Meio Ambiente da Costa Rica (MINAE) tomou a decisão sem consultar os especialistas do parque. Até o momento, segundo ela disse, não recebeu uma notificação oficial de fechamento do zoológico.
Além disso, ela levanta suspeitas sobre a decisão de fechar o zoológico no momento em que aumenta o valor imobiliário do terreno onde ele se localiza, que fica no centro da capital.
Matamoros prevê ainda uma luta na Justiça sobre a permanência do zoológico já que a administração atual do parque está nas mãos de uma organização sem fins lucrativos, cujo contrato ainda está vigente.
Atualmente os dois zoológicos estatais da Costa Rica têm apenas duas espécies estrangeiras: um leão e alguns pavões-reais. O restante, 400 ao todo, são animais locais, entre os quais onças, macacos, tucanos, guaxinins, veados e antas.
As autoridades calculam que a cada ano os dois zoológicos estatais recebem, em média, cerca de 150 mil visitantes.
Guevara, vice-ministra do Meio Ambiente, rebateu as acusações de Matamoros e assegurou que a transferência dos animais seguirá protocolos internacionais.
Além disso, ela disse que o contrato de administração do zoológico, concedido nos últimos 20 anos a uma organização sem fins lucrativos, não será renovado.
Fonte: Uol Notícias: Costa Rica fecha zoológicos para 'proteger meio ambiente'
terça-feira, 6 de agosto de 2013
Cientistas apresentam hamburguer feito em laboratório
Cientistas criam hambúrguer em laboratório. A produção de carne "in vitro" foi conseguida quando os pesquisadores utilizaram células-tronco retirada de bovinos e expressaram os genes que produzem a proteína da carne. A técnica, se feita em larga escala, pode diminuir para 1% a extensão de terra para a criação de gado e utilizar apenas 4% de água para a produção de carne atualmente.
O hamburguer foi provado ao vivo (veja o vídeo), em um canal da TV britânica, por dois voluntários, Hanni Rutzler, uma pesquisadora austríaca, e Josh Schonwald, um crítico gastronômico de Chicago. O veredicto foi de que o hamburguer parecia autêntico, embora se notassem algumas particularidades - por não ter gordura, a carne era menos suculenta, embora sua textura e sabor fossem idênticos.
O processo para criar o lanche é complicado - células tronco precisam ser retiradas do ombro de vacas e serem colocadas em um 'meio de cultivo' (linfa de bezerro, no caso) para que ela se diferencie e comece a se desenvolver em fibras musculares. Pelo processo ainda ser demorado, caro e 'manual', os cientistas responsáveis pelo desenvolvimento do hamburguer estimam que a carne de laboratório irá chegar aos mercados em um prazo de 10 a 20 anos. Outro obstáculo que o produto deve enfrentar é a desconfiança do consumidor.
Um estudo de Oxford feito em 2011 estimou que, se comêssemos carne de laboratório, precisaríamos destinar apenas 1% da terra usada hoje para a pecuária e 4% da água para esses fins. Além disso, seria possível reduzir a emissão de gases causadores do efeito estufa provenientes dos animais em 96%, além de usar 45% a menos de energia. Organizações que lutam pelo direito dos animais também aprovam o novo material - o PETA chegou a oferecer 1 milhão de dólares como recompensa para o cientista que desenvolver carne de galinha feita em laboratório.
Via The Verge
“O que ocorrer com a terra, recairá sobre os filhos da terra. Há uma ligação em tudo.”
No ano de 1854, o presidente dos Estados Unidos fez a uma tribo indígena a proposta de comprar grande parte de suas terras, oferecendo, em contrapartida, a concessão de uma outra “reserva". O texto da resposta do Chefe Seatlle, tem sido considerado, através dos tempos, um dos mais belos e profundos pronunciamentos já feitos a respeito da defesa do meio ambiente.
Como é que se pode comprar ou vender o céu, o calor da terra? Essa idéia nos parece estranha. Se não possuímos o frescor do ar e o brilho da água, como é possível comprá-los?
Cada pedaço desta terra é sagrado para meu povo. Cada ramo brilhante de um pinheiro, cada punhado de areia das praias, a penumbra na floresta densa, cada clareira e inseto a zumbir são sagrados na memória e experiência de meu povo. A seiva que percorre o corpo das árvores carrega consigo as lembranças do homem vermelho.
Os mortos do homem branco esquecem sua terra de origem quando vão caminhar entre as estrelas. Nossos mortos jamais esquecem esta bela terra, pois ela é a mãe do homem vermelho. Somos parte da terra e ela faz parte de nós. As flores perfumadas são nossas irmãs; o cervo, o cavalo, a grande águia, são nossos irmãos. Os picos rochosos, os sulcos úmidos nas campinas, o calor do corpo do potro, e o homem - todos pertencem à mesma família.
Portanto, quando o Grande Chefe em Washington manda dizer que deseja comprar nossa terra, pede muito de nós.
O Grande Chefe diz que nos reservará um lugar onde possamos viver satisfeitos. Ele será nosso pai e nós seremos seus filhos. Portanto, nós vamos considerar sua oferta de comprar nossa terra. Mas isso não será fácil. Esta terra é sagrada para nós.
Essa água brilhante que escorre nos riachos e rios não é apenas água, mas o sangue de nossos antepassados. Se lhes vendermos a terra, vocês devem lembrar-se de que ela é sagrada, e devem ensinar as suas crianças que ela é sagrada e que cada reflexo nas águas límpidas dos lagos fala de acontecimentos e lembranças da vida do meu povo. O murmúrio das águas é a voz de meus ancestrais.
Os rios são nossos irmãos, saciam nossa sede. Os rios carregam nossas canoas e alimentam nossas crianças. Se lhes vendermos nossa terra, vocês devem lembrar e ensinar a seus filhos que os rios são nossos irmãos e seus também. E, portanto, vocês devem dar aos rios a bondade que dedicariam a qualquer irmão.
Sabemos que o homem branco não compreende nossos costumes. Uma porção da terra, para ele, tem o mesmo significado que qualquer outra, pois é um forasteiro que vem à noite e extrai da terra aquilo de que necessita. A terra não é sua irmã, mas sua inimiga, e quando ele a conquista, prossegue seu caminho. Deixa para trás os túmulos de seus antepassados e não se incomoda. Rapta da terra aquilo que seria de seus filhos e não se importa. A sepultura de seu pai e os direitos de seus filhos são esquecidos. Trata sua mãe, a terra, e seu irmão, o céu, como coisas que possam ser compradas, saqueadas, vendidas como carneiros ou enfeites coloridos. Seu apetite devorará a terra, deixando somente um deserto.
Eu não sei, nossos costumes são diferentes dos seus. A visão de suas cidades fere os olhos do homem vermelho. Talvez seja porque o homem vermelho é um selvagem e não compreenda.
Não há um lugar quieto nas cidades do homem branco. Nenhum lugar onde se possa ouvir o desabrochar de folhas na primavera ou o bater das asas de um inseto. Mas talvez seja porque eu sou um selvagem e não compreendo. O ruído parece somente insultar os ouvidos.
E o que resta da vida se um homem não pode ouvir o choro solitário de uma ave ou o debate dos sapos ao redor de uma lagoa, à noite? Eu sou um homem vermelho e não compreendo. O índio prefere o suave murmúrio do vento encrespando a face do lago, e o próprio vento, limpo por uma chuva diurna ou perfumado pelos pinheiros.
O ar é precioso para o homem vermelho, pois todas as coisas compartilham o mesmo sopro - o animal, a árvore, o homem, todos compartilham o mesmo sopro. Parece que o homem branco não sente o ar que respira. Como um homem agonizante há vários dias, é insensível ao mau cheiro. Mas se vendermos nossa terra ao homem branco, ele deve lembrar que o ar é precioso para nós, que o ar compartilha seu espírito com toda a vida que mantém. O vento que deu a nosso avô seu primeiro inspirar também recebe seu último suspiro. Se lhes vendermos nossa terra, vocês devem mantê-la intacta e sagrada, como um lugar onde até mesmo o homem branco possa ir saborear o vento açucarado pelas flores dos prados.
Portanto, vamos meditar sobre sua oferta de comprar nossa terra. Se decidirmos aceitar, imporei uma condição: o homem branco deve tratar os animais desta terra como seus irmãos. Sou um selvagem e não compreendo qualquer outra forma de agir.
Vi um milhar de búfalos apodrecendo na planície, abandonados pelo homem branco que os alvejou de um trem ao passar. Eu sou um selvagem e não compreendo como é que o fumegante cavalo de ferro pode ser mais importante que o búfalo, que sacrificamos somente para permanecer vivos.
O que é o homem sem os animais? Se todos os animais se fossem o homem morreria de uma grande solidão de espírito. Pois o que ocorre com os animais, breve acontece com o homem. Há uma ligação em tudo.
Vocês devem ensinar às suas crianças que o solo a seus pés é a cinza de nossos avós. Para que respeitem a terra, digam a seus filhos que ela foi enriquecida com as vidas de nosso povo. Ensinem as suas crianças o que ensinamos as nossas que a terra é nossa mãe. Tudo o que acontecer à terra, acontecerá aos filhos da terra. Se os homens cospem no solo, estão cuspindo em si mesmos.
Isto sabemos: a terra não pertence ao homem; o homem pertence à terra. Isto sabemos: todas as coisas estão ligadas
como o sangue que une uma família. Há uma ligação em tudo.
O que ocorrer com a terra recairá sobre os filhos da terra. O homem não tramou o tecido da vida; ele é simplesmente um de seus fios. Tudo o que fizer ao tecido, fará a si mesmo.
Mesmo o homem branco, cujo Deus caminha e fala com ele de amigo para amigo, não pode estar isento do destino comum. É possível que sejamos irmãos, apesar de tudo. Veremos. De uma coisa estamos certos - e o homem branco poderá vir a descobrir um dia: nosso Deus é o mesmo Deus. Vocês podem pensar que O possuem, como desejam possuir nossa terra; mas não é possível. Ele é o Deus do homem, e Sua compaixão é igual para o homem vermelho e para o homem branco. A terra lhe é preciosa, e ferí-la é desprezar seu criador. Os brancos também passarão; talvez mais cedo que todas as outras tribos. Contaminem suas camas, e uma noite serão sufocados pelos próprios dejetos.
Mas quando de sua desaparição, vocês brilharão intensamente, iluminados pela força do Deus que os trouxe a esta terra e por alguma razão especial lhes deu o domínio sobre a terra e sobre o homem vermelho. Esse destino é um mistério para nós, pois não compreendemos que todos os búfalos sejam exterminados, os cavalos bravios sejam todos domados, os recantos secretos da floresta densa impregnadas do cheiro de muitos homens, e a visão dos morros obstruída por fios que falam.
Onde está o arvoredo? Desapareceu.
Onde está a águia? Desapareceu.
É o final da vida e o início da sobrevivência.
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